22 de jun de 2012

Papel Social

Não tenho me manifestado aqui há algum tempo.  Preciso atualizar o que me acontece.

Nada preocupante.  Apenas uma gripe bem típica do Planalto Central nessa época do ano me pegou.  Resisti por um bom tempo, mas não consegui escapar.

Conclusão:  sem fisioterapia.

Além disso, posso dizer que estou sem maiores novidades.  Além de já estar quase nos meus 100%, o pouquíssimo que me falta tem o seu próprio ritmo.  Já percebi que esses 4% que falta tem vida independente da minha vontade.

Não, não estou lavando minhas mãos para isso.  Acho que temos que ter a sabedoria (e isso - sabedoria - não é nada fácil) de conseguir entender que tudo tem o seu limite.

Continuo fazendo minhas atividades fisioterápicas diariamente, 24hs, 7 dias por semana.  Passei encarar minhas atividades rotineiras como fisioterapia.  Como me propus desde o início da minha reabilitação a fazer tudo que eu fazia anteriormente do mesmo modo (não "do mesmo modo", mas com uma percepção diferente), tudo é encarado com desafio.

Pegar um copo no armário, abrir uma tampa de garrafa, passar um SMS, tudo com a mão direita (se deixar, e sem reparar, a esquerda quer dominar), todas as atividades passam a ser um desafio, pois no fundo quero conseguir fazer tudo.

Você pode estar pensando que estou obcecada.  Não é isso não.  É um desafio como qualquer outro: correr uma maratora, escalar o Everest, etc.  Temos que ter objetivos que nos impulsione para alguma coisa.

Objetivo é a palavra de ordem para se alcançar qualquer coisa.  Temos que assumir posturas, pensamentos, atitudes, entre outras coisas, que nos leve aos nossos objetivos.

Uma vez alcançados, nos realizamos!
 
Procure fontes que te alimentem para esse processo: amigos com palavras OTIMISTAS, ambientes com boas energias, leituras que te nutrem, religião que faça bem (a de sua escolha) e FÉ no seu objetivo.

Ninguém tira da minha cabeça que a FÉ que tinha, ou melhor, que tenho dentro de mim é que me move sempre para uma recuperação 100%.

Exemplos positivos na internet são poucos.  Muita gente gosta de só escrever desgraças de seus tratamentos.

Eu quero aqui deixar pelo menos uma mensagem positiva para quem chega a ler alguma linha minha.  O otimismo é fundamental, como falei ontem com a minha amiga "A" (aquele anjo que me ajudou quando passei mal):  é um papel SOCIAL que temos que prestar a sociedade.  Que sim é possível passar por muita coisa e se recuperar.

Hoje sou exemplo para muitos.  Me orgulho disso, mas sem se sentir melhor que ninguém, mas mostrando aos outros que é possível passar por adversidades com otimismo!

Bora que atrás vem gente!


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